Sete mitos sobre o prazer sexual

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Há quem pense que masturbação reduz o apetite sexual e por isso não deve ser praticada por pessoas casadas. Isso é mito e a prática não depende do estado civil.

A masturbação não causa qualquer tipo de doença física ou mental.

Pelo contrário, o ato é bem-vindo e necessário para uma relação sexual de qualidade. Além disso, a prática ajuda o indivíduo a conhecer melhor o corpo e descobrir novos prazeres.

Há quem acredite que a masturbação causa espinhas, mas isso é outro mito.

Na adolescência é comum aparecer acne na pele ao mesmo tempo em que o ato de se masturbar é mais frequente. É pura coincidência. O fato é que nessa fase há uma explosão de hormônios e a vontade por sexo aumenta.

O objetivo da masturbação é atingir o orgasmo, por isso ela é recomendada para mulheres que nunca viveram essa experiência. Solte a imaginação e diversifique os tipos de estímulos para obter sucesso.

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O excesso de masturbação causa infertilidade, impotência sexual e falta de espermatozoides. Outro mito. A produção de sêmen é contínua e o ato de acariciar o pênis não traz consequências negativas à saúde.

A masturbação não vicia. Não há uma frequência ideal para a pessoa se masturbar, mas mais do que três vezes por dia pode ser sinal de compulsão sexual. Vale até todo dia, desde que essa não seja a única forma de exercitar a sexualidade.

Acariciar a região genital não tira a virgindade ou atrapalha a gravidez.

É possível usar até acessórios eróticos, conhecidos como vibradores.

A única orientação é tomar cuidado para não machucar a genitália e sempre manter a boa higiene pessoal e dos “brinquedinhos”.

Fonte: R7.com

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